16 de set. de 2015

Estamos no fim dos tempos? Para estudiosos “ciclo profético” está se cumprindo

Os sinais apontados por estudiosos como inegáveis que algo “grande” está prestes a acontecer no mundo estão todos aí: as quatro luas de sangue em dias específicos do calendário judeu, o Shemitá bíblico, o surgimento de um califado islâmico na área onde ficava a Babilônia,  o acordo nuclear que poderá resultar numa terceira guerra mundial.
Para muitos líderes cristãos, a igreja precisa se despertar e manter-se especialmente vigilante nesses dias. Além das advertências proféticas para a Igreja, o mundo testemunha o surgimento de uma grande instabilidade.
Ao mesmo tempo enfrenta crise financeira por causa da China, geopolítica, com os milhões de refugiados de guerra e o inegável caos moral com a crescente legalização do que a Bíblia chama de abominação. Existem ainda crises hídricas em diversas partes, o aquecimento global e o risco crescente de uma conflagração nuclear. Seria essa a junção de sinais no céu e na terra?
Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham, afirma que este pode ser o “momento decisivo” para a humanidade. “Temos arrogantemente virado as costas a Deus, e eu acredito que o julgamento virá contra nós”, afirmou.
O rabino Jonathan Cahn, um dos primeiros a falar sobre as profecias do Shemitá resume: “Estamos testemunhando o que parece ser um cenário profético perfeito. A relação dos EUA com Israel está num ponto baixo histórico. Agora com a campanha contra a definição bíblica do casamento! Tudo está convergindo”.
Graham e Cahn não estão sozinhos. Em entrevistas durante os últimos meses, dezenas de respeitados estudiosos da profecia bíblica concordam que o mundo está experimentando uma aceleração sem precedentes, visto nos sinais do fim dos tempos. Entre eles estão Joel C. Rosenberg, Chuck Missler, Paul McGuire, Greg Laurie, Robert Jeffress, Sid Roth, o rabino Jonathan Bernis, Thomas Ice, Ron Rhodes.
Todos já escreveram e pregaram sobre a possibilidade de esta geração testemunhar a consumação dos tempos. O pastor Jack Graham, que lidera uma igreja de 40 mil membros no Texas, foi categórico: “há poucas dúvidas, essa pode muito bem ser a última geração”.
Autor de dezenas de livros sobre profecias e apocalipse, como a série Deixados para Trás, Tim Lahaye disse recentemente: “Na verdade, temos muito mais sinais da vinda e do fim que qualquer geração antes de nós. O povo de Israel está sendo atraído de volta para a Terra Santa… é muito óbvio que algo grande está vindo”.
Junte-se a isso a restauração do Sinédrio em Israel e todos os preparativos para o reinício dos cultos no Terceiro Templo. Diversos rabinos falam sobre a vinda “iminente do Messias”.
Não se pode ainda desconsiderar a popularização do islamismo radical e o aumento exponencial de atentados terroristas. Seu alvo declarado é exterminar cristãos e judeus. Este mesmo radicais tambémargumentam esperar pela vinda do seu grande profeta, o mahdi.
Além disso, são crescentes os planos da ONU de um “modelo para governar todo o planeta.” Vários líderes políticos do planeta, sobretudo na Europa, estão pedindo uma “autoridade política mundial” para combater as alterações climáticas, a pobreza global e outras crises. Até o papa Francisco já se pronunciou a esse respeito.
Marcas datas é sempre temerário, contudo o ‘ciclo’ profético está se fechando e quando tantas autoridades bíblicas falam sobre o mesmo assunto, é melhor estar atentos. (Site Gospel Prime)

12 de out. de 2009

CÍRIO PRA QUE?



Durante todos os anos neste período que antecede o tão famoso "Círio de Nazaré",vemos em nossa cidade de Belém do Pará e região metropolitana, dezenas ou centenas de procissões percorrendo de um lado ao outro, em homenagem a imagem da Santa. São pessoa que num momento de religiosidade, fazem votos, promessas e chegam até colocar suas crianças para seguirem sem ao menos terem noção do que estão fazendo. Posso dar meu exemplo que durante anos pagava uma promessa que um dia minha mãe fez e que eu deveria estar junto a ela para acompanhá-la, e isso se tornou uma tradição, fugindo da fé. Não quero generalizar.
Mas o que quero explanar nesta postagem é a seguinte situação:
Procissões de todos os lados, círios de crianças, escolas, instituições governamentais e privadas, conjuntos residenciais e etc. Alcançando milhares de pessoas através das procissões.
Sexta-feira dia 09/10/2009, vimos começar a grande procissão que começade um lado da cidade, percorrendo as vias principais da cidade, chegando a outras cidades visinhas a Belém, num total de mais de 50Km e mais de 12h de percuso. E ao mesmo tempo na cidade outras imagens peregrinas também andam pelas ruas e outras centenas de pessoas acompanhando.
Trânsito congestionado de um lado, estresse do outro, e uma pergunta:
Se existe neste período, toda essa quantidade de imagens peregrinas pelas ruas de Belém, tantas procissões, círio de um e círio de outro, ese todos tem fé e acreditam que a imagem pode abençoar. Por então precisamos parar toda uma cidade durante 3 dias em seguida, para a tão famosa festividade do "Círio de Nazaré"?
Será que isso é uma atitude fé, ou será que já se tornou uma tradição onde recebemos de vários cantos do mundo milhares de pessoas, para que tenha uma grande arrecadação nos cofres do governo estadual e municipal e também da igreja, e a cidade de Belém por um curto momento aparesça na mídia como uma boa notícia.

30 de set. de 2009

Mensagens subliminares negativas são mais efetivas, diz estudo

Pesquisa indicou que voluntários percebem mensagens inconscientemente. Autores do estudo dizem que a habilidade nos ajuda a evitar o perigo.

As pessoas são capazes de perceber mensagens subliminares, particularmente se seu teor é negativo, diz um estudo britânico. Em três experimentos realizados por pesquisadores da University College London, de Londres, participantes foram expostos, durante curtos períodos de tempo, a imagens que continham palavras neutras, negativas ou positivas.

As palavras apareciam de forma camuflada, ou seja, não eram facilmente identificáveis. Após observar as imagens, os voluntários tinham de classificá-las, dizendo se elas sugeriam alguma emoção ou não.

No final, os participantes foram capazes de categorizar corretamente 66% das palavras negativas subliminares em comparação com apenas 50% das positivas.

Os Experimentos

Os autores do estudo, publicado na revista científica “Emotion”, disseram que a habilidade de reagirmos a sinais sutis nos ajuda a evitar o perigo.

Na pesquisa, a cientista Nilli Lavie, da University College, mostrou aos 50 participantes uma série de palavras em uma tela de computador.

Cada palavra aparecia na tela por apenas uma fração de segundo -tempo tão pequeno que não permitia que o participante conscientemente lesse a palavra.

As palavras eram positivas (alegre, flor, paz), negativas (agonia, desespero, assassinato) ou neutras (caixa, orelha, chaleira).

Após ver cada palavra, os participantes tinham de dizer se ela era neutra ou tinha impacto emocional (positivo ou negativo) e quão confiantes estavam em relação a sua escolha.

Os pesquisadores verificaram que os participantes tendiam a responder mais precisamente após ser expostos a palavras negativas mesmo quando acreditavam que estavam apenas adivinhando suas respostas.

Evolução

“Nós demonstramos que as pessoas são capazes de perceber o valor emocional de mensagens subliminares e provamos conclusivamente que as pessoas são muito mais sensíveis a palavras negativas”, disse Lavie. “Claramente, responder rapidamente a informações emocionais é vantajoso do ponto de vista evolutivo.”

“Não podemos esperar que o consciente entre em ação se vemos alguém correndo em nossa direção com uma faca ou se estamos dirigindo em meio à neblina e vemos um aviso de perigo.”

A pesquisadora disse que seu trabalho pode ter aplicações em campanhas de marketing: “Palavras negativas podem ter impacto mais rápido”, disse.

O slogan “Mate a sua Velocidade”, por exemplo, pode funcionar melhor do que “Diminua”, ela sugere.

Entretanto, o especialista em psicologia do marketing Paul Buckley, da Cardiff School of Management, no País de Gales, disse que não há evidências de que mensagens subliminares funcionam em situações reais do dia a dia.

“Em termos práticos, este (experimento) não reflete necessariamente o que aconteceria na vida real.”

Fonte: G1




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